Carlo Ancelotti se posiciona sobre pênalti cobrado por Lucas Paquetá em empate da Seleção Brasileira

Técnico do escrete Canarinho abriu o jogo sobre decisão; Carletto deu pistas sobre convocação definitiva para a Copa do Mundo
Carlo Ancelotti
Foto: @rafaelribeirorio I CBF

O Brasil tentou, mas não garantiu o triunfo contra a Tunísia, nesta terça-feira (18), em amistoso, realizado na França. O técnico Carlo Ancelotti lamentou o resultado e avaliou Lucas Paquetá

Pouco inspirada, a Seleção ficou no empate por 1 a 1 contra a Tunísia. No segundo tempo, Vítor Roque sofreu falta na área e Lucas Paquetá cobrou o pênalti para fora, desperdiçando a possível vitória Canarinho.

“Paquetá é o cobrador de pênaltis. Quando chegou o segundo, mudei porque pensei que tiraria um pouco da pressão do Estêvão. O Paquetá geralmente cobra muito bem”, explicou Carletto.

Publicidade

Carlo Ancelotti também revelou a deficiência da Seleção Brasileira. Segundo o italiano, os tunisianos conseguiram explorar a falha, o que garantiu a Tunísia a vantagem no início do primeiro tempo.

“Eles defendem com um bloco muito baixo e, pela nossa característica, é mais complicado abrir essas defesas. Começamos o jogo mal e, aos poucos, reagimos. No segundo tempo fizemos a partida que deveríamos fazer.”, avaliou.

Quais foram as lições adquiridas pela Seleção Brasileira?

O Brasil teve atuações distintas nesta Data Fifa, a última do ano de 2025. Enquanto o Escrete Canarinho dominou Senegal, garantindo a vitória por 2  a 0, a equipe sofreu com a baixa criatividade diante da Tunísia.

Logo, neste contexto, Carlo Ancelotti apontou um maior aprendizado, destacando a atuação contra equipes que adotam o bloco baixo como estratégia de jogo.

“Foram semanas muito boas contra equipes de características diferentes. Tivemos mais oportunidades no primeiro jogo do que no segundo. Aprendemos muito para enfrentar equipes com bloco baixo”, comentou Carletto.

Por fim, Carlo Ancelotti deu pistas sobre a convocação dos jogadores que disputarão a Copa do Mundo no Canadá, Estados Unidos e México, em 2026. Para o italiano, não há distinção entre atletas que atuam no Brasil ou na Europa.

“Não vejo se o jogador atua na Europa ou no Brasil. Vejo se é bom para a equipe, se ajuda. A equipe está melhor do que antes desses dois jogos”, explicou.

“Muitos jogadores estão certos na lista. Faltam alguns, mas a lista está bastante completa. O ambiente está no caminho correto para chegar no mais alto nível. Tenho muita confiança nesta equipe. Os jogadores são sérios, profissionais, patriotas e têm muito carinho pela camisa — e isso é muito importante”, concluiu.

Compartilhe nas Redes!

Sobre o Autor