Efeito Luís Castro: saiba quanto o Grêmio planeja economizar com saída de jogadores

Clube prepara reformulação silenciosa para 2026, enxuga elenco e projeta alívio com atletas fora dos planos

Antes de mais nada, a chegada de Luís Castro ao comando técnico do Grêmio inaugurou um processo de revisão profunda do elenco. A ideia é trabalhar sem ruídos para ser assertivo nas negociações no mercado da bola.

A Agência RTI Esporte apurou que o clube trabalha com a liberação de um grupo amplo de jogadores que não se encaixam no projeto esportivo. Esse movimento, aliás, atende tanto a critérios técnicos quanto à necessidade de reequilibrar a folha salarial.

Nos bastidores, o presidente do Grêmio, Odorico Roman, já admite que a economia projetada com as saídas pode ultrapassar R$ 25 milhões anuais. Esse montante contempla salários, encargos trabalhistas, bônus contratuais e direitos de imagem.

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A conta inclui nomes experientes e atletas contratados para ciclos que não se sustentaram. João Lucas, Jemerson, Camilo Reijers e Alexander Aravena puxam essa primeira leva. O chileno, aliás, é visto como ativo negociável no curto prazo e chance real de transferência.

Ainda segundo apurou a reportagem, a lista se amplia com jogadores que tiveram espaço reduzido ao longo da temporada e passaram a figurar fora do radar do treinador. Franco Cristaldo aparece como o caso mais emblemático.

Titular em parte do ano, o argentino entrou na mira de clubes da Arábia Saudita e dos Estados Unidos mercados capazes de absorver seu salário e ainda gerar receita. Lucas Esteves e Rodrigo Ely completam esse grupo, ambos com custo considerado elevado para o Grêmio.

Economia como base da reconstrução

Outros nomes também seguem sob avaliação e podem engrossar a lista, como Kike Olivera e Cristián Pavón, que também não se consolidaram e representam custos relevantes. A ideia é chegar a 2026 com um elenco mais curto, mesmo que isso implique decisões impopulares.

Para o alto comando tricolor, o “efeito Luís Castro” vai além do campo: é um ajuste estrutural, em que a economia projetada passa a ser peça central da reconstrução esportiva e financeira do Grêmio em 2026.

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