Flamengo x Bayer Leverkusen: Renato Augusto reencontra ex-companheiros em jogo amistoso

Renato Augusto acompanha Flamengo x Bayer Leverkusen
FOTO: RTI ESPORTE

Primeiramente, o Flamengo não tomou conhecimento do Bayer Leverkusen e venceu por 5 a 1, na tarde desta sexta-feira, 18. O amistoso foi na Gávea e contou com quatro jogadores do elenco profissional. A partida comemorou a parceria entre os clubes, firmada para a pré-temporada dos alemães no CT George Helal, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio.

Em campo, o Rubro-Negro dominou as ações do início ao fim, com boa participação de jovens e reservas.O amistoso foi disputado em clima festivo e contou com a presença de ídolos e ex-jogadores. Entre eles, Renato Augusto, revelado nas categorias de base do Flamengo e ex-jogador do Bayer Leverkusen, esteve no estádio e acompanhou o reencontro dos clubes. Aposentado dos gramados, ele foi homenageado e reencontrou antigos companheiros da base, como o preparador físico do sub-13.

“Pra mim, estar aqui na Gávea é sempre muito especial. Foram muitos treinos e jogos aqui. Até falei para o meu filho e mostrei para ele onde eu ficava. Encontrei o meu preparador físico do sub-13. Então é sempre ótimo estar aqui”, disse Renato Augusto, emocionado, durante o evento.

Publicidade

O ex-meia também destacou a importância das duas camisas na sua trajetória. “O Bayer Leverkusen e o Flamengo fizeram parte de momentos muito positivos na minha carreira. É o clube que me revelou e o clube aonde tive a experiência na Europa. Então tenho muito carinho pelos dois”, afirmou o ex-jogador, que se despediu recentemente dos gramados atuando pelo Fluminense.

O que Renato Augusto pretende fazer no futuro?

Sobre o fim da carreira, Renato explicou que tomou a decisão com serenidade. “Chega um momento em que é necessário parar e vi que chegou o fim do meu ciclo, mas agradeço muito ao Fluminense. Também é um momento que quero estar mais com a minha família e ver meus filhos crescerem”, completou o ex-camisa 8 da Seleção.

Por fim, ele comentou sobre o futuro e os planos para a vida pós-aposentadoria. “Por enquanto não pensei nada, mas ser treinador está entre as possibilidades. Como falei, quero me dedicar à minha família agora. Mais pra frente vamos ver o que pode acontecer. Mas penso, sim, em ser treinador”, concluiu.

Siga a Agência RTI Esporte também no InstagramFacebookTwitter e Threads

Compartilhe nas Redes!

Sobre o Autor