O Remo terá de lidar com a ausência de sua principal referência ofensiva na Série B: Pedro Rocha. O atacante não é apenas o artilheiro da equipe, mas também lidera a artilharia do campeonato, com 12 gols marcados. Sua velocidade, experiência e poder de decisão vinham sendo determinantes para o desempenho do Leão e transmitiam segurança ao torcedor azulino.
A perda do camisa 9 representa um golpe duro para o sistema ofensivo. Sem ele, o time perde profundidade, criatividade nas transições rápidas e a capacidade de decidir em momentos de maior pressão. O treinador precisará encontrar soluções rápidas, apostando em jogadores mais jovens e em variações táticas para minimizar o impacto.
Mas a ausência de Pedro Rocha não afeta apenas dentro de campo. O atacante exercia papel de liderança, chamando a responsabilidade em situações decisivas. Agora, será fundamental que outros atletas assumam essa função, dividindo responsabilidades e fortalecendo o espírito coletivo da equipe.
Para a comissão técnica, o desafio é transformar o desfalque em motivação. O Remo precisará atuar com ainda mais intensidade, valorizando a força do grupo e explorando alternativas criativas para manter competitividade. Ajustes no meio-campo, maior compactação defensiva e variações ofensivas serão fundamentais para compensar a perda do artilheiro.
Importância da torcida
A torcida azulina também terá papel importante nesse momento. O apoio nas arquibancadas pode impulsionar os jogadores que terão a missão de substituir Pedro Rocha e manter o Remo vivo na luta dentro da Série B, atualmente está na sétima colocação da tabela com 42 pontos.
Além disso, o próximo compromisso do Leão será crucial para medir como a equipe vai reagir sem seu principal goleador. A expectativa é de que a ausência de Pedro Rocha sirva de combustível para que o elenco se una ainda mais e mantenha o time competitivo na briga por seus objetivos até o fim da temporada.





